Friday, June 23, 2006

O que eu tenho agora (What I have now):

Whoever left the comment below for the cooking post, please identify yourself. All I have is "looks like fun" or whatever it says, I'd like to at least know who leaves comments instead of it just saying "anonymous says". Thanks ;-).

Essa "monografinha" agora é melhor que eu tinha. Vou postar aqui o que eu já tenho, em português (e depois em inglês). Esse jeito, vocês podem dar um olhado a que eu estou fazendo agora.

Português
É conhecimento geral que a economia e a posição moderno das Américas beneficiaram-se da instituição de escravidão, começando no século XV. O que não é conhecimento geral, no entanto, é como o desenvolvimento da sociedade e a cultura beneficiaram-se, ou pelo menos influenciado por, essa instituição criminal. Claro que quando existe um crime tão grande, há muitos autores que escrevem livros com suas próprias teorias e explicações para as ações dos países. Três dos maiores autores do mundo português nessa época no Brasil são Gilberto Freyre, Sérgio Buarque de Holanda e Caio Prado Júnior. As explicações com relação a desenvolvimento social no Brasil nessa época são diferentes, as vezes por causa da educação ou as experiências internacionais do escritor. Esse texto examinará as idéias da construção social no Brasil na época da colonização e escravatura.

Nascido em 15 de março de 1900, o primeiro autor é Gilberto Freyre. Ele tinha muito estudo; recebeu o Bacharel em Ciências e Letras do Colégio Americano Gilreath quando ele tinha 17 anos, e no próximo ano ele foi aos EUA para estudar e publicar os artigos e os livros. Ele também estudou em Portugal, outros lugares no Brasil e outros universidades na América do Norte. Talvez a maior dessas universidades era a Universidade de Colúmbia, onde ele fez o tese para o mestrado. Um das maiores diferenças entre o Freyre e os outros é que ele fez muito dos estudos em Portugal, onde ele começou os estudos para o livro Casa Grande e Senzala.

Sérgio Buarque de Holanda, o segundo historiador, nasceu em São Paulo em 1902 e mudou para o Rio de Janeiro em 1921, e nesse mesmo ano ele matriculou-se na Faculdade de Direito onde ele formou-se e recebeu a diploma de bacharel em Ciências Jurídicas. Ele tinha posições como um professor na Universidade do Distrito Federal (que era no Rio) e na Universidade de São Paulo. Ele passou pelos EUA, convidado pelo State Department, e pela Alemanha, Polônia e Rússia, onde ele trabalhou para “O Jornal”. Ele fez os estudos para o livro Raízes do Brasil no Rio de Janeiro, onde ele anunciou em 1935 que ia publicar o livro um ano e meio mais tarde.

O último autor é Caio Prado Júnior, o primeiro intelectual nos estudos da História Colonial do Brasil a utilizar as teorias marxistas. Nascido em São Paulo em 11 de fevereiro de 1907, ele estudou no Colégio São Luis e os estudos secundários no Colégio Chelmesford Hall, na Inglaterra. Quando ele voltou ao Brasil, ele continuou estudando na Faculdade de Direito do Largo São Francisco, onde ele se formou no ano 1928, recebendo bacharelado em Ciências Jurídicas e Sociais. Ele era muito ativo politicamente, formando-se o Partido Democrático em 1926 e apoiando Getúlio Vargas em 1930 em sua candidatura à presidência da Republica. Após ele passou pela Europa, ele voltou ao Brasil em 1939, e em 1942 ele publicou sua maior obra, Formação do Brasil Contemporâneo.

Em Casa-grande e Senzala, o Freyre falou sobre a polígamo e o patriarcalismo social e a importância no desenvolvimento social e familial do Brasil, e também falou sobre as relações entres os brancos e as indígenas e os negros no Brasil, ou, as raças de cor. Relatado a isso e igualmente importante é a posição na sociedade agrária durante nessa época de colonialismo.

O aspeto agrária de desenvolvimento social no Brasil é muito importante, porque como diz o Caio Prado Júnior, a disseminação da gente do Brasil pelos pontos variados contribuía ao interesse em abrindo as trilhas e os caminhos para explorar o interior e a probabilidade da existência de pedras e metais preciosos. O suposição, com essas informações é que o interesse na possibilidade de achando essas pedras e metais preciosos encorajava os índios e os negros do Brasil a sair as suas casas e as fazendas em busca desses itens. Essa dispersão ajudava em criando a miscigenação entre as três raças, e a miscigenação ajudava dispersar as “raças novas” (mestiços, mulatos, e cafuzos) pelo país inteiro.

O nordeste tinha uma tradição forte em cultivando a cana de açúcar, mas com o desenvolvimento das fazendas de café no sul , as causas de migração pelo Brasil crescia alem de motivação para as pedras e metais preciosas. Com esse desenvolvimento, o sul do Brasil começava o processo de urbanização. O Sérgio Buarque diz, “para muitas nações conquistadoras, a construção de cidades foi o mais decisivo instrumento de dominação que conheceram.” O construção de cidades começava com o chamando de uma praça maior, e se essas cidades eram no litoral, tanto como eram, elas eram centrado perto de ponto de desembarque do porto maior da cidade. O construção de cidades continuava ser construído nas regiões litorais, mas durante o terceiro século de ocupação portuguesa, as cidades no interior eram construído quando os imigrantes enchido o interior do país com o descobrimento de ouro em Minas Gerais.

O Freyre e o Prado Júnior falavam orgulhosamente sobre o desenvolvimento continuo de sociedade e cidade no Brasil, com o Freyre dizendo a opinião que os “senhores de engenho criou-se o tipo de civilização mais estável na América hispânica; e esse tipo de civilização, ilustra-o a arquitetura gorda, horizontal, das casas-grandes.” O Prado Júnior acreditava que “Portugal foi um pioneiro” e de “a partir do séc. XV, os portugueses sempre aparecem como pioneiros”.
Obviamente, no entanto, com o desenvolvimento de cidades grandes e o estabelecimento de normais sociais e familiais, deve começar do desenvolvimento de governo. O governo usualmente se forma naturalmente quando as cidades são desenvolvido e os empregos começam a formar-se, mas uma idéia mas estabelecido de governo e as funções dele devem ser moldados para prevenir o colapso do que foi construído.

O fim (por agora)

Não vou postar os meus recursos porque demora bastante tempo que eu não tenho agora.


Okay now in English. What I have right now is a lot better than what I posted before. I decided it'd help me if I wrote alongside the Portuguese version a copy in English, and sure enough, I was right. I'm doing this just so you can all get a look at what I'm doing right now. For anyone trying to learn Portuguese by reading this, just know that the translation is not exact. I'm not going word-for-word here, the ideas and concepts I'm trying to get across are the important things.
Also I'm not going to post the sources I've used again because it takes too much time to insert the numbers and then the sources in order below (since it doesn't copy and paste exactly how it is in Word). Enjoy.

English

It is general knowledge that the economy and modern status of the Americas benefited heavily from the institution of slavery beginning in the 15th century. What is not so widely known, however, is how the development of society and culture benefited, or at least was influenced by, this criminal institution. At the occurrence of such a large crime, clearly there would be many authors writing books with their own theories and explanations for the actions of these countries. Three of the most widely read authorities in the Portuguese-speaking world regarding this period of time in Brazil are Gilberto Freyre, Sergio Buarque de Holanda and Caio Prado Junior. Their explanations in relation to the social development in Brazil during this time period are different, often because of the respective education or international experiences of the writer. This text will examine the ideas of social construction in Brazil during the period of colonization and slavery.

Born on March 15th, 1900, the first author is Gilberto Freyre. He came from a very educated background; he received his Bachelor’s of Sciences and Literature from Colégio Americano Gilreath when he was 17 years old, and the next year he went to the USA to study and publish articles and books. He also studied in Portugal, various locations in Brazil and other universities in North America. Perhaps the greatest of these universities was Columbia University, where Freyre wrote and defended his Master’s thesis. One of the biggest differences between Freyre and the others is that he did much of his studies in Portugal, where he began his studies for the book Casa-grande e Senzala.

Sergio Buarque de Holanda, the second historian, was born in São Paulo in 1902, and in 1921 he moved to Rio de Janeiro, and in this same year he began his studies at the Faculdade de Direito, where he graduated and received his Bachelor’s of Judicial Sciences. He held positions as a professor at the Universidade do Distrito Federal (which was in Rio de Janeiro), and at the Universidade de São Paulo. He traveled to the United States on invitation by the State Department, and also to Germany, Poland and Russia, where he worked for “O Jornal”. He did his studies for his book Raízes do Brasil in Rio de Janeiro, where he announced in 1935 he would publish the book a year and a half later.

The final author is Caio Prado Junior, the first intellectual in the studies of the colonial history of Brazil to use the theories of Karl Marx. Born in São Paulo on February 11th, 1907, he studied at Colégio São Luis and later at Chelmesford Hall College in England. When he returned to Brazil, he continued his studies at Faculdade de Direito do Largo São Francisco, where he graduated in 1928, receiving his Bachelor’s in Judicial and Social Sciences. He was very politically active, forming the Democratic Party of Brazil in 1926 and supporting Getúlio Vargas in 1930 during his candidacy for President of the Republic. After passing through Europe, he returned to Brazil in 1939, and in 1942 published his most significant work, Formação do Brasil Contemporâneo.

In Casa-grande e Senzala, Freyre speaks about polygamy and social patriarchy and it’s significance in the social and familial development of Brazil, and he also speaks about the relationships between the white Portuguese and the indigenous peoples of Brazil and the blacks, or in other terms, those people “of color”. Related to this and equally important is the place of the agrarian society during colonial Brazil.

The agrarian aspect of social development in Brazil is heavily important, because as Prado, Jr. states, the dissemination of the people of Brazil throughout various points contributed to the interest in opening up trails and paths to explore the interior and the probability of the existence of precious stones and metals. The easy assumption given this information is that the interest in the possibility of finding these precious stones and metal encouraged the indigenous and the blacks of Brazil to leave their homes and farms in search of these items. This dispersion helped create the miscegenation between the three races, and this helped to disperse the “new races” (mestizos, mulattos, and cafuzos) throughout the entire country.
The northeast of Brazil had a strong tradition in growing sugarcane, but with the development of coffee plantations in the south, the causes of migration by Brazilians grew beyond the motivation for precious rocks and metals. With this development, the south of Brazil because the process of urbanization. As Sérgio Buarque de Holanda says, “For many conquering nations, the construction of cities was the most decisive instrument of domination that they knew.” The building of cities began with the naming of a major city square, and if these cities were on the coast, like many were, they were centered near the point of departure at the cities major port. The development of cities continued to be built in the coastal regions, but during the third century of Portuguese occupation, cities on the interior began to be developed as immigrants poured into the country with the discovery of gold in Minas Gerais.

Freyre and Prado Jr. lauded the continuous development of society and city in Brazil, with Freyre stating his belief that the plantation owners and slave masters “created the most stable type of civilization in Hispanic America; and this type of civilization, illustrated that in the large, horizontal architecture of the Master’s house.” Caio Prado Jr. believed that “Portugal was a pioneer” and since “the 15th century, the Portuguese always appeared to be pioneers.”

Obviously, however, with the development of large cities and the establishment of social and familial norms, one must begin the process of the development of government. Government often tends to naturally form as cities are developed and businesses begin to pop up, but a more established idea of government and its functions must be shaped to prevent the collapse of what has been built.

The end (for now)

Thanks for stopping by, San Diego.

1 comment:

Claire Marie said...

HA

england beat the shit out of ecuador

and beckham's calves are like butter!